OZONOTERAPIA

A Ozonoterapia é o nome dado ao conjunto de práticas terapêuticas com recurso ao ozono clínico. Estas práticas são utilizadas no tratamento dum vasto conjunto de patologias e em aplicações de estética. Praticamente sem contraindicações e efeitos secundários, tem revelado excelentes resultados quando realizado com a conjugação correta de técnicas e matérias ozonizadas.

Foi na Rússia que a aplicação da Ozonoterapia foi mais desenvolvida e posteriormente divulgada por diversos países que apostaram nestes tratamentos em diversas patologias. Mas foi Cuba o país que mais evoluiu na aplicação desta terapia e tem desenvolvido as técnicas e protocolos terapêuticos que são mais utilizados a nível mundial. Na Europa, a Itália e a Alemanha foram os países que mais rapidamente aderiram à Ozonoterapia contribuindo com a produção de geradores de ozono para uso terapêutico.

Quais as doenças abrangidas?

Muito utilizada para tratar dor crónica, a Ozonoterapia é atualmente utilizada em mais de 200 doenças*, designadamente: Doenças degenerativas: cancro entre outras; Problemas circulatórios arteriais e venosos periféricos, cardíacos e cerebrais; Feridas (infectadas ou não), úlceras varicosas; pé diabético; queimaduras; Doenças intestinais (colites, proctites, fistulas); Doenças infecciosas (bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias) incluindo pneumonias, infecções pós cirúrgicas, infecções urinárias de repetição, hepatites; Doenças reumáticas; Doenças dermatológicas; Doenças renais; Doenças ortopédicas (tendinites, lesões articulares, lesões musculares crónicas, hérnia discal).

O número de tratamentos e a frequência com que são aplicados, depende da doença e estado do paciente. Porque a resposta do organismo aos tratamentos é gradual, são necessárias várias sessões para assegurar máxima eficácia*. O recomendável são várias sessões até um máximo de 50, 2 ou 3 vezes por semana.